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A Belagricola oferece soluções completas para o produtor rural da escolha da semente até a comercialização da safra.

Programa que emprega tecnologia em agricultura de precisão. Consiste no mapeamento da fertilidade do solo a fim de obter maior produtividade e rentabilidade ao agricultor. Planejamento e execução focados na qualidade de coleta e análise.

Desenvolvida especialmente para maximizar as experiências dos clientes com a Belagrícola, a operação da Belatech se dá através de um aplicativo mobile de última geração.
Suas funcionalidades incluem: atendimento, comunicação, planejamento, compartilhamento de informações, geração de conhecimento e análise comportamental.

Programa que visa preparar a sucessão dos produtores rurais através do treinamento de seus filhos e netos em temas relativos à agricultura e empreendedorismo.

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O Belasafra é um evento técnico e comercial promovido pela Belagrícola com o objetivo de testar novas tecnologias e levar até o produtor rural resultados que maximizem a produtividade no campo.
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Belagrícola entre as melhores do BR na gestão de pessoas

19 de novembro de 2018
A Belagrícola está entre as melhores empresas do Brasil na gestão de pessoas. A empresa foi a vice-campeã na categoria de 1001 a 1500 funcionários no ranking “Valor Carreira – As Melhores na Gestão de Pessoas 2018”, do jornal Valor Econômico. A premiação foi entregue no dia 12 de novembro, em cerimônia na capital paulista. Ao todo foram premiadas 35 empresas em sete diferentes categorias. De acordo com Stela Campos, editora de carreira do jornal Valor Econômico, as empresas premiadas que integram o novo ranking, passaram por uma análise criteriosa. “A gente está querendo analisar o RH que está olhando para a frente, que tem as práticas mais modernas de gestão, que está olhando para o engajamento e para a prosperidade do negócio e para o funcionário”, afirmou. Eduardo Marchiori, CEO da Mercer Brasil, consultoria responsável pelo levantamento das informações para o ranking, explicou que para uma empresa ser premiada no “Valor Carreira”, é considerado um conjunto de fatores. “Agilidade organizacional, inserção digital, diversidade são fatores importantes. Como este mundo está em transformação, tudo isso é bom e até a própria empresa acaba se diferenciando e prosperando no mercado”, destacou. Laura Moraes, gestora do departamento de Gente & Gestão, enfatizou que o prêmio pertence a todos os colaboradores da Belagrícola:  “É um prêmio de gestão de pessoas que toda a nossa liderança participou, não é um prêmio de um departamento só. É um prêmio para todos. Por isso, quero agradecer e parabenizar todos os nossos colaboradores”. Rebeca Lins, diretora-administrativa, foi quem recebeu a premiação em nome da empresa. Ela afirma que a intenção é continuar investindo para proporcionar o melhor ambiente ao colaborador. “Tudo que a empresa conseguir fazer para que o colaborador tenha, dentro da Belagrícola uma vida profissional melhor, ele vai ter. É isso o que a gente quer e vai proporcionar para todos”.
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Projeto 360: três safras e rentabilidade até 40% maior

19 de novembro de 2018
Três safras em um ano já é um resultado possível? Para a Belagrícola, sim. A empresa reuniu uma plateia de 260 pessoas do Paraná e São Paulo – entre clientes e equipe técnica -, no dia 8 de novembro, em Londrina, para apresentar o Projeto 360. O principal objetivo do projeto é ampliar a rentabilidade do produtor rural com mais uma safra anual partir de alta tecnologia de manejo e novos híbridos. “Após testes no campo de nossa Unidade de Difusão de Tecnologia, estamos mostrando ao produtor que é possível maximizar o sistema produtivo através de um manejo inteligente, chegando a um aumento de 30% a 40% de rentabilidade ao ano.”, explicou Fernando Melatti, coordenador de Marketing da Belagrícola, que fez uma das apresentações do evento. William Guerreiro, diretor-comercial da Belagrícola, também falou aos produtores e destacou que o manejo adequado potencializa os rendimentos no campo. “O produtor da nossa região pode ter três safras, sendo uma de soja, outra de milho e uma terceira de trigo ou cobertura verde. São combinações que os agricultores conseguem trabalhar, desde que façam o plantio antecipado com novas variedades de híbridos”, acrescentou. O evento também contou com a participação da Dekalb, que apresentou o milho híbrido DK230 pró3, que tem ciclo hiperprecoce, o que possibilita a antecipação de colheita, além de permitir o plantio de safrinha de soja/feijão. Segundo Marina Junqueira de Castro, gerente regional da Dekalb em Londrina, que enfatizou o caráter inovador do Projeto 360, o DK230 pró3 tem alto potencial produtivo.  “Com esse híbrido o produtor consegue plantar a safrinha e colher dentro de 120 dias com alta produtividade, podendo seguir para próxima safra, até porque esse tempo não vai atrapalhar lá na frente o plantio da soja, que é a principal safra do Paraná”, explicou.
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Um frete que vai custar muito caro ao Brasil

27 de agosto de 2018
por Flavio Barbosa Andreo * Agosto é um mês decisivo para o Agronegócio.  Há dois grandes problemas que, se não forem solucionados até o próximo dia 31, podem causar mais do que enormes prejuízos ao setor e, indo mais além – mas sem exagero – podem arrasar a próxima safra. São eles: a indefinição jurídica sobre a tabela de fretes e a suspensão do uso de produtos à base de glifosato, que já foi noticiado por este jornal. Vou me ater à primeira questão, embora as duas tenham semelhanças em suas origens: são decisões sem embasamento técnico, de caráter populista e tomadas por agentes públicos no âmbito federal que, ao final, podem prejudicar o setor que hoje é o responsável por 23,5% do PIB nacional, além de ser o fiel da balança de exportações. O ministro Luiz Fux comanda, no próximo dia 27, a segunda audiência para tentar um acordo entre caminhoneiros e empresários sobre os valores que estão em vigência e que tornam impraticáveis os custos com transporte para o Agronegócio.  Importante destacar que, dentro do próprio Governo, não existe consenso sobre a tabela. Ou melhor: existe um consenso de que a Advocacia Geral da União (AGU) tomou a decisão errada ao defender a política de preços mínimos para o transporte de carga no Brasil. O Ministério da Fazenda já enviou um parecer contrário ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o tabelamento de preços. Embora a medida provisória tenha sido negociada pelo Palácio do Planalto e pelos ministros da Fazenda e do Planejamento com os caminhoneiros para acabar com a greve, a avaliação interna é de que a ação foi anticoncorrencial e desfavorável ao ambiente de negócios. Na prática, o Ministério da Fazenda reconheceu o tamanho do erro e os prejuízos que ele pode causar, reforçando o argumento das entidades produtivas que incluem não só o Agro, mas também a Indústria e o Comércio: de que o tabelamento de preços fere o princípio da livre concorrência. O parecer da Fazenda é muito claro neste sentido quando aponta: “Ao reintroduzir o tabelamento em setor aberto à livre concorrência sem a devida análise do impacto que medida terá sobre os demais mercados e, em última análise, sobre o consumidor, não conseguirá assegurar, conforme propôs, a existência digna, conforme os ditames da justiça social”. Várias entidades, como Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entraram com ações contra o tabelamento de fretes. Entre os argumentos estão custos bilionários com a imposição do tabelamento do frete, a elevação dos custos dos alimentos, além da ameaça de redução da produção agrícola em áreas distantes dos grandes centros. Em um dos estudos, realizados pela CNA, as estimativas de prejuízos que o tabelamento de fretes pode causar atingem toda sociedade brasileira. Entre eles está um aumento médio de 12,1% no preço de alimentos, como arroz, carnes, feijão, leite, ovos, tubérculos, frutas e legumes, que representam mais de 90% da cesta básica. O setor produtivo não é contrário a
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Projeto 360 é destaque no Polo Bela +

30 de julho de 2018
Realizado em 17 de julho na Unidade de Difusão Tecnológica da Belagrícola, em Cambé (PR), o Polo Tecnológico Bela + Milho 2018 apresentou uma proposta audaciosa aos participantes: uma terceira safra no ano, demonstrada através do Projeto 360. Desenvolvido pela Belagrícola com a adoção de tecnologias de manejo, o Projeto 360 permite ao agricultor potencializar o uso de sua área e colher até três safras anualmente. O Polo Tecnológico Bela + recebeu 300 produtores rurais de várias cidades, que também conheceram 10 estações com demonstrações de experimentos agrícolas dos principais fornecedores do agronegócio, como Syngenta, Dekalb, Agrichem, Basf, FMC, Biolchim, Master, UPL e LG. O objetivo do evento foi apresentar as principais inovações desenvolvidas para o milho safrinha, que vem crescendo em importância para o produtor rural.  Na programação, discussões sobre tecnologia, posicionamento e cenário agrícola relativo à cultura. Fernando Melatti, coordenador de marketing da Belagrícola, explica que o Projeto 360 convida o agricultor a olhar não só para uma, mas o para o conjunto das suas safras durante o ano e todas as demandas e manejos que têm que ser preparados para alcançar esse objetivo. “Além de trabalhar na estruturação do solo com uma boa cobertura, é preciso investir em uma genética de qualidade e manejo para, além da safra de soja e de milho, investir em uma terceira safra”, salienta Melatti. Alexandre Yamamoto, coordenador técnico da Belagrícola, que falou aos participantes sobre bioativação, ressaltou a necessidade do diagnóstico do solo. “A gente precisa ter um diagnóstico bem preciso do solo porque trabalhar três safras em um ano agrícola, exige muito do solo e o conhecimento apurado de onde estão as suas limitações é muito importante. É aí que entra o Belaprecisão para levantar todas essas informações”. A Dekalb apresentou uma semente de milho específica para quem pensa em mais uma safra, que pode ser de milho ou uma área de cobertura. “Diferente de milhos precoces que têm ciclos de 140 a 145 dias, o híbrido que estamos demonstrando entrega um ciclo de 115 a 120 dias, permitindo um plantio no final de janeiro ou início de fevereiro para conseguir uma colheita no mês de maio”, explica Thiago Fabrício, representante da Dekalb.   Terceira safra empolga produtores  Para Paulo César da Silva, produtor de Sabáudia (PR), uma safra extra ajudaria bastante. “Hoje as janelas estão muito apertadas e a renda do produtor, a cada ano que passa, fica mais difícil de aumentar. Então, tendo essas condições, facilita bem mais e ajuda a agregar mais valor à propriedade”. Luiz Henrique de Paula, produtor de Rolândia, diz que reinvestiria o valor que ganhasse na terceira safra. “Com duas safras, o alto custo e o baixo preço, seria interessante mais um ganho para o produtor rural poder reinvestir na terra”. Sérgio Ito, produtor de Londrina, afirma que seria um sonho realizado: “É o sonho de todo o produtor tirar três safras no ano. É um caso a se pensar, mas requer muito planejamento”. O especialista e consultor Leonardo Sologurem proferiu a palestra