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CAEPF é novo documento obrigatório para produtores rurais

6 de março de 2019
O que é? O novo Cadastro de Atividade Econômica de Pessoa Física – CAEPF é administrado pela Receita Federal e reúne informações das atividades econômicas exercidas pela pessoa física. O Cadastro proporciona um meio eficiente de coletar, identificar, gerir e acessar os dados cadastrais relativos às atividades econômicas exercidas pelas pessoas físicas, servindo de apoio aos demais sistemas da Receita Federal do Brasil, bem como de outros órgãos da administração pública e demais usuários.   A partir de 2019 é obrigatório De acordo com a Instrução Normativa nº 1.828/2018 da Receita Federal Brasileira, o CAEPFé obrigatório para todos os produtores rurais desde o dia 15 de janeiro. Para que serve? Esse cadastro será utilizado pelos produtores rurais ao prestar as informações no eSocial, plataforma que unifica a entrega das informações previdenciárias, trabalhistas e fiscais em uma única plataforma. Ele faz parte do SPED (Sistema de Escrituração Pública Digital), uma iniciativa de modernização tecnológica do governo, que virtualiza e unifica diversas obrigações em uma plataforma digital. E o produtor que já tem o CEI? Todos os produtores rurais pessoas físicas, Contribuinte Individual ou Segurado Especial deverão fazer a migração de cadastro (CEI para CAEPF). Quem já possui a Matrícula CEI deverá fazer a inscrição, obrigatória desde 15 de janeiro de 2019. Para novas inscrições, haverá o prazo de 30 dias contados do início da atividade exercida pelo contribuinte. Quem tem mais de uma propriedade vai poder usar só um CAEPF? Não. Os produtores rurais terão um CAEPF para cada propriedade rural, ainda que possa se ter mais de uma no mesmo município, e toda aquisição e comercialização deverá ocorrer de forma segregada, ou seja, por área de produção rural. Como fazer a inscrição no CAEPF? O produtor deve procurar seu contador para regularizar a situação. Ele saberá todos os procedimentos a serem tomados. A inscrição também pode ser feita pela internet, no portal e-CAC – Centro Virtual de Atendimento, da Receita Federal do Brasil ou ainda em uma das unidades da Receita Federal.   
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Belagrícola entre as melhores do BR na gestão de pessoas

19 de novembro de 2018
A Belagrícola está entre as melhores empresas do Brasil na gestão de pessoas. A empresa foi a vice-campeã na categoria de 1001 a 1500 funcionários no ranking “Valor Carreira – As Melhores na Gestão de Pessoas 2018”, do jornal Valor Econômico. A premiação foi entregue no dia 12 de novembro, em cerimônia na capital paulista. Ao todo foram premiadas 35 empresas em sete diferentes categorias. De acordo com Stela Campos, editora de carreira do jornal Valor Econômico, as empresas premiadas que integram o novo ranking, passaram por uma análise criteriosa. “A gente está querendo analisar o RH que está olhando para a frente, que tem as práticas mais modernas de gestão, que está olhando para o engajamento e para a prosperidade do negócio e para o funcionário”, afirmou. Eduardo Marchiori, CEO da Mercer Brasil, consultoria responsável pelo levantamento das informações para o ranking, explicou que para uma empresa ser premiada no “Valor Carreira”, é considerado um conjunto de fatores. “Agilidade organizacional, inserção digital, diversidade são fatores importantes. Como este mundo está em transformação, tudo isso é bom e até a própria empresa acaba se diferenciando e prosperando no mercado”, destacou. Laura Moraes, gestora do departamento de Gente & Gestão, enfatizou que o prêmio pertence a todos os colaboradores da Belagrícola:  “É um prêmio de gestão de pessoas que toda a nossa liderança participou, não é um prêmio de um departamento só. É um prêmio para todos. Por isso, quero agradecer e parabenizar todos os nossos colaboradores”. Rebeca Lins, diretora-administrativa, foi quem recebeu a premiação em nome da empresa. Ela afirma que a intenção é continuar investindo para proporcionar o melhor ambiente ao colaborador. “Tudo que a empresa conseguir fazer para que o colaborador tenha, dentro da Belagrícola uma vida profissional melhor, ele vai ter. É isso o que a gente quer e vai proporcionar para todos”.
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Projeto 360: três safras e rentabilidade até 40% maior

19 de novembro de 2018
Três safras em um ano já é um resultado possível? Para a Belagrícola, sim. A empresa reuniu uma plateia de 260 pessoas do Paraná e São Paulo – entre clientes e equipe técnica -, no dia 8 de novembro, em Londrina, para apresentar o Projeto 360. O principal objetivo do projeto é ampliar a rentabilidade do produtor rural com mais uma safra anual partir de alta tecnologia de manejo e novos híbridos. “Após testes no campo de nossa Unidade de Difusão de Tecnologia, estamos mostrando ao produtor que é possível maximizar o sistema produtivo através de um manejo inteligente, chegando a um aumento de 30% a 40% de rentabilidade ao ano.”, explicou Fernando Melatti, coordenador de Marketing da Belagrícola, que fez uma das apresentações do evento. William Guerreiro, diretor-comercial da Belagrícola, também falou aos produtores e destacou que o manejo adequado potencializa os rendimentos no campo. “O produtor da nossa região pode ter três safras, sendo uma de soja, outra de milho e uma terceira de trigo ou cobertura verde. São combinações que os agricultores conseguem trabalhar, desde que façam o plantio antecipado com novas variedades de híbridos”, acrescentou. O evento também contou com a participação da Dekalb, que apresentou o milho híbrido DK230 pró3, que tem ciclo hiperprecoce, o que possibilita a antecipação de colheita, além de permitir o plantio de safrinha de soja/feijão. Segundo Marina Junqueira de Castro, gerente regional da Dekalb em Londrina, que enfatizou o caráter inovador do Projeto 360, o DK230 pró3 tem alto potencial produtivo.  “Com esse híbrido o produtor consegue plantar a safrinha e colher dentro de 120 dias com alta produtividade, podendo seguir para próxima safra, até porque esse tempo não vai atrapalhar lá na frente o plantio da soja, que é a principal safra do Paraná”, explicou.
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Um frete que vai custar muito caro ao Brasil

27 de agosto de 2018
por Flavio Barbosa Andreo * Agosto é um mês decisivo para o Agronegócio.  Há dois grandes problemas que, se não forem solucionados até o próximo dia 31, podem causar mais do que enormes prejuízos ao setor e, indo mais além – mas sem exagero – podem arrasar a próxima safra. São eles: a indefinição jurídica sobre a tabela de fretes e a suspensão do uso de produtos à base de glifosato, que já foi noticiado por este jornal. Vou me ater à primeira questão, embora as duas tenham semelhanças em suas origens: são decisões sem embasamento técnico, de caráter populista e tomadas por agentes públicos no âmbito federal que, ao final, podem prejudicar o setor que hoje é o responsável por 23,5% do PIB nacional, além de ser o fiel da balança de exportações. O ministro Luiz Fux comanda, no próximo dia 27, a segunda audiência para tentar um acordo entre caminhoneiros e empresários sobre os valores que estão em vigência e que tornam impraticáveis os custos com transporte para o Agronegócio.  Importante destacar que, dentro do próprio Governo, não existe consenso sobre a tabela. Ou melhor: existe um consenso de que a Advocacia Geral da União (AGU) tomou a decisão errada ao defender a política de preços mínimos para o transporte de carga no Brasil. O Ministério da Fazenda já enviou um parecer contrário ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o tabelamento de preços. Embora a medida provisória tenha sido negociada pelo Palácio do Planalto e pelos ministros da Fazenda e do Planejamento com os caminhoneiros para acabar com a greve, a avaliação interna é de que a ação foi anticoncorrencial e desfavorável ao ambiente de negócios. Na prática, o Ministério da Fazenda reconheceu o tamanho do erro e os prejuízos que ele pode causar, reforçando o argumento das entidades produtivas que incluem não só o Agro, mas também a Indústria e o Comércio: de que o tabelamento de preços fere o princípio da livre concorrência. O parecer da Fazenda é muito claro neste sentido quando aponta: “Ao reintroduzir o tabelamento em setor aberto à livre concorrência sem a devida análise do impacto que medida terá sobre os demais mercados e, em última análise, sobre o consumidor, não conseguirá assegurar, conforme propôs, a existência digna, conforme os ditames da justiça social”. Várias entidades, como Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entraram com ações contra o tabelamento de fretes. Entre os argumentos estão custos bilionários com a imposição do tabelamento do frete, a elevação dos custos dos alimentos, além da ameaça de redução da produção agrícola em áreas distantes dos grandes centros. Em um dos estudos, realizados pela CNA, as estimativas de prejuízos que o tabelamento de fretes pode causar atingem toda sociedade brasileira. Entre eles está um aumento médio de 12,1% no preço de alimentos, como arroz, carnes, feijão, leite, ovos, tubérculos, frutas e legumes, que representam mais de 90% da cesta básica. O setor produtivo não é contrário a